Educadoras, educadores, escolas, museus, clubes, projetos sociais, famílias, universidades e instituições culturais.
Seleções Gondwana
Versão consolidada para PDF. Um material para transformar a Copa do Mundo 2026 em conversa, pesquisa, criação audiovisual e leitura de mundo.
Apresentação
Uma Copa para ler o mundo pela bola
Este documento consolida os cards especiais e as fichas de seleções em uma versão pronta para conversão em PDF. A proposta é usar a atenção que a Copa mobiliza para conversar sobre território, povos originários, diáspora africana, culturas populares, memória colonial, migrações, trabalho, pertencimento e futebol.
Escolha uma ficha, leia a pergunta educativa e abra uma conversa. Depois, transforme a conversa em pesquisa, imagem, mapa, áudio, vídeo ou mural.
Metodologia ABC
Audiovisual, Bola e Câmera
A Metodologia ABC usa audiovisual, bola e câmera como ferramentas alfabetizadoras: a bola convoca a experiência comum, a câmera organiza o olhar, e o audiovisual transforma pesquisa em narrativa compartilhável.
Imagem, som e montagem para ler o mundo e registrar pontos de vista.
Jogo, camisa, torcida, clube, rua e seleção como linguagem comum.
O estudante deixa de ser apenas espectador e passa a escolher enquadramentos, perguntas e registros.
Cada ficha é uma porta de entrada para relacionar país, memória, cultura e experiência local.
Referências e consultas
Sumário navegável
55 entradas para pesquisar e criar
Cada item abaixo leva à sua seção no HTML consolidado. A navegação usa apenas identificadores internos, sem expor domínio público.
Abertura - Ficha 01
Seleções Gondwana
Um guia para olhar a Copa pelo mapa profundo da Terra, dos povos, das culturas e do futebol.
Comece por uma ficha, uma pergunta ou uma atividade curta. A Copa vira entrada para conversar, pesquisar, filmar e criar.
Referências e consultas
Mapa antigo - Ficha 02
Mapa do Gondwana
Um mapa geológico para ver Gondwana antes das fronteiras modernas.

Os países atuais não existiam naquele tempo. O mapa mostra blocos continentais e memória geológica.
GDCG/UFRJ, Brasil.
Referências e consultas
Mapa atual - Ficha 03
Mapa-múndi atual
O mundo atual como contraponto visual ao supercontinente antigo.

O mapa atual ajuda a ver onde estão os países que disputam a Copa.
IBGE - mapa-múndi com continentes em proporções reais.
Referências e consultas
Recorte - Ficha 04
Recorte Gondwana
Gondwana foi o supercontinente que reuniu, há mais de 180 milhões de anos, terras hoje espalhadas pelo Sul.
O recorte Gondwana propõe ler o mapa pela memória do supercontinente.
Entra quem tem vínculo forte por território gondwânico.
Deslocar a Copa para o Sul ajuda estudantes a perguntar quem narra o mundo.
Referências e consultas
Nome originário - Ficha 05
Abya Yala
Nome de origem Guna/Dule usado por movimentos indígenas para afirmar as Américas como terra viva, madura e habitada por muitos povos, antes e além da colonização.
A expressão vem de povos Guna/Dule, da região hoje entre Panamá e Colômbia, e costuma ser traduzida como terra madura, terra viva ou terra em florescimento.
Movimentos indígenas passaram a usar Abya Yala como alternativa a América, nome ligado à história colonial europeia.
Na Copa, o termo ajuda a perguntar quais povos, línguas, territórios e memórias aparecem quando olhamos as seleções do continente.
Referências e consultas
- Abiayala / Abya Yala - genealogias Gunadule e usos contemporâneos
- Aiban Wagua - En defensa de la vida y su armonía
- Takir Mamani - proposta de uso de Abya Yala em declarações indígenas
- Ailton Krenak - Ideias para adiar o fim do mundo
- Daniel Munduruku - obras e educação indígena
- Davi Kopenawa e Bruce Albert - A queda do céu
- Eliane Potiguara - Metade cara, metade máscara
- Célia Xakriabá - educação, território e protagonismo indígena
- Sônia Guajajara - movimento indígena e defesa dos territórios
- Rigoberta Menchú Tum - memória indígena, direitos humanos e Nobel da Paz
Documentário - Ficha 06
A Bola Conecta
O documentário que abriu esta pergunta: o que a bola carrega quando atravessa África, Brasil, memória e território?

O filme ajuda escolas a trabalhar história e cultura afro-brasileira.
As fichas ampliam, conectando povos indígenas e Abya Yala.
Audiovisual, Bola e Câmera aparecem como ferramentas alfabetizadoras em habilidades socioemocionais, leitura de território e criação coletiva.
Referências e consultas
Ampliação - Ficha 07
Outras seleções
Para entender a Copa inteira, também entram seleções fora do recorte principal de Gondwana.
Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador, Paraguai
Estados Unidos, México, Canadá, Panamá, Curaçao, Haiti
Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Portugal, Países Baixos, Bélgica, Croácia, Suíça, Áustria, Escócia, Noruega, Bósnia e Herzegovina, Suécia, Turquia, Tchéquia
Austrália, Arábia Saudita, Catar, Jordânia, Iraque, Japão, Irã, Coreia do Sul, Uzbequistão
África do Sul, Gana, Senegal, Egito, Marrocos, Argélia, Tunísia, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Cabo Verde
Nova Zelândia
Referências e consultas

Brasil
Parte do bloco sul-americano de Gondwana, conectado à África antes da abertura do Atlântico Sul.
Há registros de presença humana há pelo menos 12 mil anos; a Serra da Capivara reúne pesquisas importantes e debates científicos sobre ocupações ainda mais antigas.
Povos indígenas diversos, como Tupi, Guarani, Macro-Jê, Aruak, Karib e muitos outros.
A independência foi declarada em 1822, mas não significou liberdade para todos. O novo Estado manteve a escravidão, a concentração de terras e a exclusão de povos indígenas e negros. A história do Brasil também é feita por resistências indígenas, quilombos, revoltas populares, movimentos abolicionistas e lutas por democracia.
Abolição legal em 1888, com a Lei Áurea. Último país das Américas a abolir formalmente a escravidão.
Samba, capoeira, futebol de rua, festas populares, culturas indígenas e afro-brasileiras, literatura e culinárias regionais.
Participações antes de 2026: 22. Títulos: 5. Melhor campanha: campeão.
O Brasil fica no centro da Placa Sul-Americana. Tem escudos muito antigos, como o Guiano e o Brasileiro, e bacias sedimentares enormes, como Amazônica e Paraná.
A Amazônia e o Cerrado são dois dos grandes sistemas vivos do planeta.
É o próprio ponto de partida: liga América do Sul, Atlântico, África, povos indígenas, diáspora africana e futebol popular.
O que o futebol brasileiro ajuda a enxergar sobre alegria popular, desigualdade, povos indígenas e presença africana no país?
Referências e consultas
- IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Argentina
Território do sul da América do Sul, parte do antigo bloco gondwânico sul-americano.
A presença humana no atual território argentino é registrada desde pelo menos 13 mil anos atrás, com sítios como Cueva de las Manos e outros achados patagônicos alimentando o debate regional sobre as primeiras ocupações sul-americanas.
Povos Mapuche, Guarani, Quechua, Diaguita, Tehuelche, Qom e outros grupos originários.
A independência foi declarada em 1816, em ruptura com o domínio espanhol no antigo Rio da Prata. O processo envolveu elites criollas, exércitos populares, povos indígenas, afrodescendentes e disputas internas sobre que país construir. Depois da independência, o Estado avançou sobre territórios indígenas, especialmente no sul.
A escravidão foi abolida em etapas durante o século XIX, com liberdade de ventre em 1813 e fim legal consolidado posteriormente.
Tango, literatura, mate, futebol de bairro, memória migrante, culturas indígenas e tradições regionais.
Participações antes de 2026: 18. Títulos: 3. Melhor campanha: campeão.
Tem Andes jovens e ativos na borda oeste e áreas antigas de Gondwana na Patagônia e no cráton do Rio da Prata.
A Patagônia guarda fósseis de dinossauros gigantes que ajudam a contar a história da vida no sul do continente.
Brasil e Argentina são rivais no futebol, mas também parceiros centrais no Mercosul e na história cultural do Cone Sul.
O que a camisa argentina pode revelar sobre território, migração, memória popular e povos que muitas vezes foram invisibilizados?
Referências e consultas
- INDEC - Instituto Nacional de Estadística y Censos
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Uruguai
Território rioplatense dentro do bloco sul-americano de Gondwana.
Há evidências de ocupação humana no atual Uruguai há mais de 10 mil anos, especialmente em áreas de rios e planícies.
Povos Charrua, Guarani, Chaná e outros habitantes originários da região platina.
A independência se formou entre 1825 e 1828, em meio a disputas entre Brasil, Províncias Unidas do Rio da Prata e poderes locais. Artigas é uma figura central, mas o processo também envolveu população rural, afrodescendentes, indígenas e comunidades da fronteira. O país nasceu como território pequeno em uma região de grandes disputas.
Abolição gradual no século XIX, com leis que encerraram progressivamente a escravidão legal.
Candombe, mate, carnaval, futebol de clube, memória afro-uruguaia e cultura rioplatense.
Participações antes de 2026: 14. Títulos: 2. Melhor campanha: campeão.
O país tem rochas antigas do escudo cristalino e planícies ligadas à bacia do Prata.
O Uruguai é pequeno em população, mas muito forte em vida pública, cultura rioplatense, educação, direitos sociais, candombe, literatura, arte e pensamento latino-americano.
A fronteira com o Rio Grande do Sul criou uma cultura compartilhada de pampa, mate, música, comércio e futebol.
Como o Uruguai ajuda a pensar que um país não se mede só por tamanho, mas por memória, vida pública e cultura compartilhada?
Referências e consultas
- INE Uruguay - Instituto Nacional de Estadística
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Colômbia
Território do norte da América do Sul, com história geológica ligada ao bloco sul-americano e zonas de encontro tectônico.
Sítios como El Abra indicam presença humana na região andina colombiana há cerca de 12 mil anos.
Povos Muisca, Tayrona, Zenú, Wayuu, Nasa, Emberá e muitos outros.
A independência começou em 1810 e se consolidou em 1819, contra o domínio espanhol. O processo fez parte do projeto da Gran Colombia e envolveu criollos, camponeses, soldados negros, indígenas e mestiços. Depois, a formação do Estado colombiano seguiu marcada por conflitos regionais e pela diversidade de Andes, Caribe, Pacífico, Amazônia e Llanos.
A escravidão foi abolida legalmente em 1851.
Cumbia, vallenato, culturas afro-colombianas, indígenas e caribenhas, café, literatura e futebol popular.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
A Colômbia é ponto de encontro entre Andes, Caribe, Pacífico e Amazônia. Isso cria montanhas, vulcões e terremotos.
Reúne biodiversidade extraordinária em Andes, Amazônia, Caribe, Pacífico e Llanos.
Compartilha Amazônia com o Brasil e uma fronteira viva de rios, povos indígenas e circulação cultural.
Como a Colômbia mostra que um país pode ser Andes, Caribe, Amazônia, Pacífico e memória afro-indígena ao mesmo tempo?
Referências e consultas
- DANE - Departamento Administrativo Nacional de Estadística
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Equador
Território andino-amazônico do bloco sul-americano, com bordas tectônicas muito ativas.
A cultura Las Vegas, na costa equatoriana, registra ocupação humana antiga, por volta de 10 mil anos atrás.
Povos Kichwa, Shuar, Achuar, Waorani, Cañari, Tsáchila e muitos outros.
A independência se conecta às lutas de 1822 e ao fim do domínio espanhol na região andina. O território fez parte da Gran Colombia antes de formar sua própria república em 1830. Povos indígenas, afrodescendentes, camponeses e cidades andinas participaram de uma história que não terminou com a independência formal.
A escravidão foi abolida legalmente em 1851.
Mundo andino, Amazônia, culturas afro-equatorianas, música, mercados populares, culinária regional e futebol em altitude.
Participações antes de 2026: 4. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
O Equador está na borda da Placa Sul-Americana, perto da Placa de Nazca. Por isso tem Andes, vulcões e as ilhas Galápagos.
Galápagos ajudou Charles Darwin a pensar a evolução das espécies.
Brasil e Equador compartilham a Amazônia como território de biodiversidade, povos indígenas e desafios ambientais.
O que muda quando olhamos o Equador como costa, serra, Amazônia e Galápagos, e não como um território de uma história só?
Referências e consultas
- INEC Ecuador - Instituto Nacional de Estadística y Censos
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Paraguai
Território continental do bloco sul-americano de Gondwana, marcado por rios e interioridade.
A ocupação humana do Chaco e da bacia platina é muito antiga, com sociedades indígenas anteriores à colonização europeia e forte presença guarani no território.
Povos Guarani e outros grupos indígenas da bacia platina e do Chaco.
A independência foi declarada em 1811, em ruptura com o domínio espanhol e com disputas regionais do Rio da Prata. A formação do Paraguai é especial porque o guarani seguiu vivo como língua popular e nacional. Povos indígenas, camponeses e comunidades mestiças são parte central da identidade do país.
A escravidão terminou em etapas no século XIX, com processos legais e sociais graduais.
Língua guarani, harpistas, tereré, artesanato, memória rural, Chaco e futebol intenso.
Participações antes de 2026: 8. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
O Paraguai fica no interior da Placa Sul-Americana e tem áreas da Bacia do Paraná e do Chaco.
É um dos poucos países americanos onde uma língua indígena é falada por grande parte da população.
Compartilha fronteira, rios, Itaipu, comunidades bilíngues e forte circulação de pessoas com o Brasil.
Como uma língua indígena viva muda o modo de imaginar uma nação, uma escola e uma seleção?
Referências e consultas
- INE Paraguay - Instituto Nacional de Estadística
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

África do Sul
Parte do sul africano que esteve ligado à América do Sul no antigo Gondwana.
A região reúne registros paleoantropológicos centrais para estudar a evolução humana, incluindo fósseis de hominíneos no Berço da Humanidade.
Povos Khoisan, San, Khoikhoi, Zulu, Xhosa, Sotho, Tswana e muitos outros.
O Estado moderno foi moldado por colonização neerlandesa e britânica, guerras, mineração e apartheid. A liberdade política só ganhou novo marco em 1994, com o fim legal do apartheid e as primeiras eleições democráticas amplas. Povos africanos, comunidades negras, mestiças, indianas e movimentos antiapartheid foram protagonistas dessa virada.
A escravidão foi abolida no Império Britânico em 1834, mas o país manteve sistemas profundos de segregação e trabalho coercitivo.
Música, línguas diversas, memória antiapartheid, rugby, futebol, dança, literatura e culturas urbanas.
Participações antes de 2026: 3. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
Tem o Cráton Kaapvaal, um núcleo muito antigo da crosta terrestre, e rochas que ajudam a contar a história de Gondwana.
O país superou legalmente o apartheid em 1994, mas ainda enfrenta marcas profundas dessa história.
Brasil e África do Sul se conectam pelo Atlântico Sul, pelo BRICS e por agendas comuns do Sul Global.
Como falar de esporte na África do Sul sem separar bola, apartheid, resistência e democracia?
Referências e consultas
- Stats SA - Statistics South Africa
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Gana
Território da África ocidental dentro do grande bloco africano ligado a Gondwana.
O território de Gana integra uma região oeste-africana de ocupação antiga, com histórias ligadas a povos akan, ga, ewe, dagomba e outros grupos antes e depois dos grandes reinos regionais.
Povos Akan, Ewe, Ga-Dangme, Mole-Dagbani e outros.
A independência veio em 1957, contra o domínio britânico, e virou símbolo do pan-africanismo. Kwame Nkrumah e muitos movimentos populares defenderam que a liberdade política deveria servir à dignidade africana. O país também carrega memórias anteriores de reinos, comércio, resistência e diáspora.
A escravidão colonial e o tráfico atlântico marcaram fortemente a região; a abolição dependeu de processos ligados ao Império Britânico e ao fim do tráfico.
Kente, highlife, afrobeat, memória dos fortes costeiros, mercados, oralidade e futebol popular.
Participações antes de 2026: 4. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
Gana fica sobre rochas antigas do Cráton Oeste-Africano e é conhecido por ouro e minerais.
A independência de 1957 fez de Gana uma referência do ciclo africano de descolonização no pós-guerra.
Há conexão forte pela diáspora africana, pela memória do Atlântico e por culturas afro-brasileiras que dialogam com a África Ocidental.
Como Gana ajuda a transformar memória da diáspora africana em cultura viva, educação e pertencimento?
Referências e consultas
- Ghana Statistical Service
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Senegal
Parte da África ocidental, inserida na longa história geológica africana ligada a Gondwana.
A região senegalesa tem ocupação humana antiga e longa história de sociedades sahelianas, povos wolof, serer, pulaar, diola e rotas atlânticas e saariana.
Povos Wolof, Serer, Pulaar, Diola, Mandinka e outros.
A independência ocorreu em 1960, depois da colonização francêsa e da breve Federação do Mali. O processo juntou política moderna, cultura, sindicatos, estudantes e projetos africanos de autonomia. A formação nacional convive com línguas e povos diversos, como wolof, serer, pulaar, diola e mandinka.
História marcada por tráfico atlântico, escravidão interna e abolições ligadas ao império colonial francês no século XIX.
Teranga, mbalax, griôs, luta senegalesa, islamismo sufista, pesca, literatura e futebol.
Participações antes de 2026: 3. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
O Senegal fica em uma margem atlântica sedimentar, com bacias costeiras ligadas à abertura do Atlântico.
A palavra teranga expressa uma ideia forte de hospitalidade senegalesa.
A conexão passa pelo Atlântico Negro, pela música, pela diáspora africana e pelo futebol.
Como a ideia de teranga pode ensinar sobre hospitalidade, comunidade e pertencimento para além do futebol?
Referências e consultas
- ANSD - Agence Nationale de la Statistique et de la Démographie
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Egito
Norte da África, com história geológica complexa dentro da placa africana e margens antigas.
O Vale do Nilo tem ocupação humana antiga; sociedades agrícolas aparecem há mais de 7 mil anos.
Populações do vale do Nilo e dos desertos, egípcios, núbios, povos berberes e outras comunidades históricas e contemporâneas.
A independência moderna foi reconhecida em 1922, após domínio britânico, mas a presença estrangeira e a monarquia continuaram influentes. A revolução de 1952 abriu outro ciclo, com república, nacionalismo árabe e controle do Canal de Suez. O Egito conecta continuidades do vale do Nilo, Estado antigo, colonialismo moderno, mundo árabe e África.
A escravidão e o tráfico foram enfrentados por convenções e medidas no fim do século XIX, com destaque para 1877 e 1895, mas a coerção laboral e as hierarquias sociais não desapareceram de uma vez.
Nilo, escrita antiga, cinema, música árabe, literatura, culinária, religião e futebol de clubes gigantes.
Participações antes de 2026: 3. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O Egito combina Vale do Nilo, desertos e margens do Mar Vermelho. O Nilo corta áreas áridas e sustenta a vida há milênios.
As pirâmides de Gizé são monumentos conhecidos mundialmente, mas o Egito contemporâneo também é cinema, música, literatura, ciência, religião, trabalho e vida urbana.
Brasil e Egito dialogam no Sul Global, no comércio, na diplomacia e no futebol popular.
Como o Egito ajuda a conversar sobre tempo antigo, mundo árabe, África e vida contemporânea no mesmo território?
Referências e consultas
- CAPMAS - Central Agency for Public Mobilization and Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
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Marrocos
Noroeste africano, em zona de encontro entre África, Atlântico, Mediterrâneo e histórias tectônicas complexas.
A região tem registros humanos muito antigos; Jebel Irhoud revelou fósseis de Homo sapiens com cerca de 300 mil anos.
Povos Amazigh, árabes e comunidades diversas do Magrebe e de regiões saariana-atlânticas.
A independência da França e da Espanha veio em 1956, mas o país tem uma história estatal muito anterior. A formação moderna envolve monarquia, luta anticolonial, povos amazigh, comunidades árabes, diáspora e questões territoriais sensíveis. Marrocos é ponte entre África, mundo árabe, Atlântico, Mediterrâneo e Europa.
A ficha evita uma data única: a escravidão persistiu em formas diversas até o século XX, inclusive sob o protetorado, e seu enfrentamento foi gradual, desigual e ligado a mudanças políticas e sociais.
Amazigh, árabe marroquino, medinas, música gnawa, culinária, deserto, montanhas e futebol de diáspora.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: 4º lugar em 2022.
Marrocos reúne Atlas, Rif, Saara e margens atlânticas, em zona de encontro entre África, Mediterrâneo e Atlântico.
A campanha de 2022 marcou a chegada inédita de uma seleção africana à semifinal de uma Copa do Mundo.
Brasil e Marrocos têm ligações pelo Atlântico, pelo comércio e por uma admiração futebolística mútua.
Como Marrocos revela pontes entre África, mundo árabe, Amazigh, Europa, diáspora e futebol global?
Referências e consultas
- HCP Maroc - Haut-Commissariat au Plan
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
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Argélia
Norte africano dentro da placa africana, com Saara, Mediterrâneo e margens geológicas complexas.
O norte da África tem ocupação humana muito antiga; sítios argelinos registram presença humana de centenas de milhares de anos.
Povos Amazigh, árabes, tuaregues e outras comunidades.
A independência veio em 1962, depois de uma guerra muito dura contra a colonização francêsa. A luta argelina envolveu guerrilha, trabalhadores, mulheres, camponeses, intelectuais e diáspora. É uma das histórias anticoloniais mais importantes do século XX.
A ficha evita uma data única: a história envolve escravidão mediterrânea, tráfico transaariano e abolição formal ligada ao domínio francês, sem apagar continuidades sociais e desigualdades locais.
Raï, cultura amazigh, memória anticolonial, Saara, cidades mediterrâneas e futebol de diáspora.
Participações antes de 2026: 4. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
A Argélia tem Atlas, Saara e grandes bacias sedimentares com petróleo e gás.
A guerra de independência argelina marcou profundamente o século XX.
A conexão positiva passa por relações Sul-Sul, energia, diplomacia e futebol de diáspora.
Como uma seleção pode carregar memória de guerra, diáspora, luta anticolonial e desejo de dignidade?
Referências e consultas
- ONS Algérie - Office National des Statistiques
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
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Tunísia
Norte da África, margem mediterrânea da placa africana com história geológica e cultural de encontros.
A região tunisiana tem ocupação humana antiga e depois foi centro fenício-cartaginês no Mediterrâneo.
Povos Amazigh, fenícios/cartagineses, árabes e comunidades mediterrâneas.
A independência da França veio em 1956, depois de mobilização política, sindical e cultural. A formação moderna envolve mundo árabe, cultura amazigh, Mediterrâneo e reformas de Estado. A Tunísia também tem a marca histórica de ter abolido a escravidão em 1846.
A Tunísia aboliu a escravidão por decreto em 1846, no governo de Ahmed Bey, marco documentado pela UNESCO como parte de um processo iniciado em 1841.
Cartago, medinas, música malouf, culinária, Mediterrâneo, deserto e futebol popular.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
A Tunísia combina margem mediterrânea, Atlas tunisiano e áreas semiáridas ligadas ao Saara.
A Tunísia aboliu a escravidão em 1846, uma data muito precoce na região.
Brasil e Tunísia têm conexão por diplomacia, comércio e circulação cultural mediterrânea-afro-latina.
Como a Tunísia ajuda a pensar África, Mediterrâneo, mundo árabe, liberdade e reformas sociais?
Referências e consultas
- INS Tunisie - Institut National de la Statistique
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
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Costa do Marfim
África ocidental, parte do bloco africano associado à longa história de Gondwana.
O atual território marfinense integra a história de longa duração da África Ocidental, com povos akan, mandé, kru e gur e redes agrícolas, comerciais e culturais anteriores à colonização francêsa.
Povos Akan, Kru, Mandé, Gur e outros grupos.
A independência veio em 1960, após domínio francês. O Estado, oficialmente Côte d'Ivoire e conhecido em português como Costa do Marfim, se formou em um território de muitos povos, línguas e economias ligadas ao cacau, à cidade e ao campo. A história política recente também mostra tensões sobre identidade, migração e pertencimento.
História marcada por escravidão regional, tráfico atlântico e abolições ligadas ao domínio colonial francês.
Coupé-décalé, máscaras, cacau, cidades costeiras, culturas diversas e futebol de grandes gerações.
Participações antes de 2026: 3. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O país fica sobre rochas antigas do Cráton Oeste-Africano e tem zonas ricas em minerais.
Côte d’Ivoire, conhecida em português como Costa do Marfim, tem o cacau como elemento central da economia e da vida social.
A conexão com o Brasil passa pela África Ocidental, pela diáspora, pela cultura afro-atlântica e pelo futebol.
Como música, cidade, trabalho no campo e futebol contam diferentes histórias da Costa do Marfim?
Referências e consultas
- INS Côte d’Ivoire - Institut National de la Statistique
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

República Democrática do Congo
África central, com território dentro do antigo bloco africano ligado a Gondwana.
A bacia do Congo tem presença humana antiga, mas datas por território exigem fonte arqueológica específica.
Povos Kongo, Luba, Mongo, Mangbetu, Azande e muitos outros.
A independência veio em 1960, após a violência extrema do Estado Livre do Congo e da colonização belga. Patrice Lumumba virou símbolo da luta por soberania africana. O país nasceu com enorme riqueza natural, mas também com pressões externas, conflitos internos e disputas por minerais.
A região sofreu formas extremas de trabalho forçado colonial; falar de escravidão exige incluir exploração, violência e extrativismo.
Rumba congolesa, línguas nacionais, rio Congo, mineração, literatura, dança e futebol.
Participações antes de 2026: 1, em 1974, quando competiu como Zaire. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
A RDC abriga a Bacia do Congo, escudos antigos e grandes reservas minerais, como cobre, cobalto e coltan.
O rio Congo forma um dos grandes sistemas fluviais do planeta.
Brasil e Congo compartilham desafios de floresta tropical, rios gigantes, biodiversidade e justiça socioambiental.
Como contar a história congolesa sem apagar a violência colonial e sem reduzir o país à dor?
Referências e consultas
- INS RDC - Institut National de la Statistique
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Austrália
Fragmento clássico de Gondwana, separado progressivamente da Antártica e de outros blocos.
Povos aborígenes vivem no continente há pelo menos 50 mil anos, segundo pesquisas arqueológicas amplamente citadas.
Povos aborígenes australianos e ilhéus do Estreito de Torres, no plural, com culturas, línguas e territórios de enorme antiguidade.
A federação aconteceu em 1901 dentro do Império Britânico, e a autonomia jurídica veio em etapas. Mas a história do país começa muito antes, com povos aborígenes e ilhéus do Estreito de Torres. A formação do Estado australiano inclui colonização, remoção de crianças indígenas, tomada de terras e lutas atuais por reconhecimento e soberania.
A escravidão formal não é o eixo principal; a história inclui colonização, remoções, trabalho forçado e violência contra povos originários.
Culturas aborígenes e de ilhéus do Estreito de Torres, arte rupestre, línguas em revitalização, cidades multiculturais, esportes diversos e futebol em crescimento.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
A Austrália é um fragmento clássico de Gondwana, com crátons muito antigos e grande estabilidade tectônica.
A Grande Barreira de Corais é um sistema de recifes de escala excepcional e reconhecido mundialmente.
Brasil e Austrália compartilham temas de povos originários, biodiversidade, esportes e grandes territórios continentais.
O que significa jogar por um país construído sobre territórios indígenas muito mais antigos?
Referências e consultas
- ABS - Australian Bureau of Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Nova Zelândia
Fragmento de Zealandia, massa continental associada à fragmentação de Gondwana.
A chegada polinésia que formou o povo maori ocorreu por volta dos séculos XIII e XIV.
Povo Maori e comunidades polinésias, além de migrações posteriores.
A formação colonial se organizou a partir do Tratado de Waitangi, em 1840, entre a Coroa britânica e lideranças maori. A independência política veio em etapas, mas o debate sobre soberania maori segue vivo. A história do país é inseparável de Aotearoa, nome maori da terra.
A escravidão atlântica não é eixo central; a história envolve colonização, terra, soberania Maori e tratados.
Te ao Maori, haka, rugby, futebol, natureza insular, música, cinema e culturas do Pacífico.
Participações antes de 2026: 2. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
A Nova Zelândia é parte visível de Zealandia, um continente quase todo submerso ligado à fragmentação de Gondwana.
O haka maori se tornou símbolo global por meio do esporte, especialmente o rugby.
A conexão positiva está no esporte, em povos originários, educação ambiental e cooperação no Pacífico-Sul Global.
Como o esporte pode dialogar com soberania Maori, língua, território e identidade do Pacífico?
Referências e consultas
- Stats NZ - Tatauranga Aotearoa
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Arábia Saudita
A Península Arábica se separou da África em tempos geológicos mais recentes; é margem antiga com relação complexa com Gondwana.
A Península Arábica tem registros muito antigos de circulação humana entre África e Ásia; datas locais precisam ser tratadas com fonte arqueológica específica.
Povos árabes da península, comunidades beduínas, urbanas, oasis e costeiras.
O reino moderno foi consolidado em 1932, unindo regiões da Península Arábica sob a liderança da Casa Saud. A formação do país está ligada ao Islã, às cidades sagradas, às rotas do deserto e depois ao petróleo. É um caso diferente dos processos de independência colonial clássicos.
A escravidão foi abolida oficialmente em 1962.
Islã, árabe, poesia, deserto, cidades sagradas, café, hospitalidade e futebol de clubes fortes.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
A Arábia fica na Placa Arábica, que se separou da África com a abertura do Mar Vermelho.
Meca e Medina são as duas cidades mais sagradas do Islã.
A conexão com o Brasil aparece no comércio, energia, diplomacia e no futebol, com jogadores e técnicos brasileiros atuando no país.
Como olhar para a Arábia Saudita sem reduzir o país a petróleo, riqueza ou deserto?
Referências e consultas
- GASTAT - General Authority for Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Catar
Península Arábica e margem do Golfo, com história geológica conectada a placas e mares antigos.
A arqueologia do Catar registra comunidades costeiras antigas ligadas à pesca, ao comércio marítimo, às pérolas e a assentamentos pré-islâmicos no Golfo.
Comunidades árabes costeiras, pescadores, mergulhadores de pérolas, beduínos e populações migrantes contemporâneas.
A independência veio em 1971, após o fim do protetorado britânico no Golfo. Antes disso, o território era marcado por pesca, pérolas, rotas marítimas e comunidades costeiras. O gás natural transformou o país em ator global muito rapidamente.
A escravidão foi abolida oficialmente em 1952. Sem equiparar temas diferentes, a ficha permite discutir também trabalho migrante, cidadania e direitos no Golfo contemporâneo.
Pérolas, deserto, Golfo, arquitetura, islamismo, migrações, gás natural e futebol pós-2022.
Participações antes de 2026: 1. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O Catar é uma península baixa no Golfo, com rochas sedimentares e grandes reservas de gás natural.
Sediou a Copa do Mundo de 2022.
A conexão com o Brasil ficou forte no futebol, em eventos esportivos e em relações comerciais.
O que o Catar nos faz perguntar sobre trabalho migrante, riqueza, território pequeno e imagem global?
Referências e consultas
- PSA Qatar - Planning and Statistics Authority
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Jordânia
Território de encontro entre placa arábica, Levante e antigas margens tectônicas; relação com Gondwana deve ser tratada como complexa.
O território tem ocupação humana muito antiga; o Levante é uma rota central de saída da África e tem sítios pré-históricos importantes.
Comunidades árabes, beduínas, levantinas e povos antigos da região, como nabateus e outros.
A independência veio em 1946, depois do mandato britânico. O Estado moderno se formou no Levante, região de rotas antigas, povos árabes, comunidades beduínas e fronteiras desenhadas no século XX. Petra lembra que a história do território é muito anterior ao Estado atual.
A ficha não usa uma data única comparável à escravidão atlântica; o tema é apresentado como história regional ligada ao Império Otomano, ao mandato britânico e a reformas legais.
Petra, deserto, hospitalidade, culinária levantina, música, cidades antigas e futebol em estreia mundial.
Participações antes de 2026: 0. Títulos: 0. Melhor campanha: primeira participação em 2026.
A Jordânia está perto do Rift do Mar Morto, uma grande fratura da crosta terrestre.
Petra, cidade nabateia escavada na rocha, é Patrimônio Mundial da UNESCO.
A conexão positiva passa por comunidades árabe-brasileiras, comércio, cultura e diálogo entre Brasil e Oriente Médio.
Como uma estreia em Copa pode abrir conversa sobre território, refúgio, arqueologia e fronteiras modernas?
Referências e consultas
- DOS Jordan - Department of Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Iraque
Território geologicamente misto, ligado à placa arábica, margens antigas e história tectônica complexa.
A Mesopotâmia tem ocupação humana muito antiga e cidades históricas como Uruk, fundamentais para estudar urbanização, escrita e agricultura.
Sumérios, acádios, assírios, babilônios, árabes, curdos, turcomanos e muitas comunidades históricas.
O Estado moderno se tornou independente em 1932, após mandato britânico e séculos de domínio otomano. Mas o território da Mesopotâmia tem cidades, escrita, agricultura e impérios muito antigos. A formação do Iraque moderno reúne árabes, curdos, assírios, turcomanos, yazidis e outras comunidades.
A ficha trata o tema como processo: escravidão e práticas servis atravessaram o período otomano e foram enfrentadas no mandato britânico e no Estado moderno iraquiano, sem comparação simples com o Atlântico.
Mesopotâmia, rios Tigre e Eufrates, poesia, música maqam, culinária, arqueologia e futebol de resistência.
Participações antes de 2026: 1. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O Iraque fica entre a Placa Arábica e a zona de colisão com a Eurásia. Tem planícies dos rios Tigre e Eufrates e grandes campos de petróleo.
É parte da Mesopotâmia, chamada muitas vezes de berço das cidades e da escrita.
A conexão positiva passa por comunidades árabes no Brasil, diplomacia, história das migrações e cultura alimentar.
Como o Iraque mostra que uma seleção pode carregar milhares de anos de história antes do Estado moderno?
Referências e consultas
- COSIT Iraq - Central Statistical Organization
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Estados Unidos
Fora do recorte gondwânico principal desta série, entra como anfitrião da Copa e como território de Abya Yala.
Há presença humana nas Américas há milhares de anos; no atual território dos EUA, sítios arqueológicos indicam ocupações muito antigas e diversas.
Povos Navajo, Cherokee, Lakota, Haudenosaunee, Pueblo, Choctaw, Coast Salish e muitos outros, junto a comunidades afro-americanas, latinas, asiáticas e migrantes.
A independência foi declarada em 1776 contra o domínio britânico, mas o novo Estado manteve escravidão, expansão territorial e remoção violenta de povos indígenas. A formação do país também inclui resistência indígena, luta negra por liberdade, migrações, movimentos trabalhistas, direitos civis e disputas sobre quem pertence à nação.
A escravidão foi abolida legalmente em 1865, após a Guerra Civil, mas a segregação e o racismo seguiram marcando a vida social.
Jazz, blues, hip-hop, cinema, culturas indígenas, diáspora africana, culturas latinas, universidades, tecnologia, movimentos sociais e esportes populares.
Participações antes de 2026: 11. Títulos: 0. Melhor campanha: semifinal em 1930; reconhecido historicamente como terceiro lugar.
O país reúne escudos antigos, Montanhas Rochosas, bacias sedimentares, vulcões, desertos, grandes planícies e margens atlântica e pacífica.
Como anfitrião da Copa 2026, o país permite discutir esporte global, indústria cultural, migração e as contradições de uma democracia construída sobre terras indígenas.
Brasil e Estados Unidos se conectam por migração, cultura pop, ciência, diplomacia, futebol feminino e disputas sobre democracia, desigualdade e direitos.
Como ler os Estados Unidos juntando povos originários, diáspora africana, migração, indústria cultural e desigualdade?
Referências e consultas
- U.S. Census Bureau / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

México
Fora do recorte gondwânico principal, mas central para Abya Yala e para a Copa de 2026 como país anfitrião.
O território mexicano tem ocupação humana muito antiga e civilizações como olmeca, maia, zapoteca, mexica e muitas outras.
Povos Nahua, Maya, Zapoteca, Mixteca, Otomí, Purépecha, Yaqui e muitos outros.
A independência foi consumada em 1821, depois de uma longa luta contra o domínio espanhol. A formação mexicana mistura civilizações originárias, colonização, mestiçagens, comunidades afrodescendentes, reformas, revoluções e fortes disputas por terra e soberania.
A escravidão foi abolida em 1829, em processo ligado à construção da república mexicana.
Milho, Dia dos Mortos, muralismo, música popular, línguas indígenas, culinária, cinema, luta livre e futebol de estádio cheio.
Participações antes de 2026: 17. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
O México está em zona tectônica ativa, com vulcões, terremotos, serras, desertos e costas nos oceanos Pacífico e Atlântico-Caribe.
O Estádio Azteca volta a receber a Copa e permite contar futebol junto com cidade, memória indígena, muralismo, migração e cultura popular.
Brasil e México conectam Abya Yala por cultura popular, cinema, futebol, diplomacia latino-americana e defesa de patrimônios indígenas.
Como o México mostra que Abya Yala é memória indígena, cidade, comida, arte e futebol ao mesmo tempo?
Referências e consultas
- INEGI - Instituto Nacional de Estadística y Geografía / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Canadá
Fora do recorte gondwânico principal, entra como anfitrião e como território de Abya Yala no norte do continente.
Primeiras Nações, Inuit e Métis têm presença histórica profunda em paisagens árticas, florestais, costeiras e de pradarias.
Primeiras Nações, Inuit e Métis, com muitos povos, línguas e territórios, junto a comunidades francófonas, anglófonas, negras, asiáticas e migrantes.
A Confederação de 1867 criou o Estado canadense moderno dentro do Império Britânico. Mas a história do território começa muito antes, com povos indígenas. A formação nacional inclui tratados, colonização, escolas residenciais, migração, bilinguismo e lutas atuais por reparação e soberania indígena.
A escravidão foi abolida no Império Britânico em 1834; antes disso, pessoas negras e indígenas foram escravizadas no território canadense.
Culturas indígenas, francês e inglês, comunidades negras e migrantes, hóquei, literatura, cinema, música, paisagens boreais e futebol em crescimento.
Participações antes de 2026: 2. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O Escudo Canadense é uma formação rochosa muito antiga; o país também tem Ártico, Montanhas Rochosas e grandes lagos.
Como anfitrião da Copa 2026, o Canadá ajuda a conversar sobre tratados, escolas residenciais, reparação, migração e línguas indígenas.
Brasil e Canadá dialogam em educação, migração, meio ambiente, povos indígenas, ciência, esporte e responsabilidade climática.
Como um país anfitrião pode mostrar as feridas e responsabilidades da colonização no norte de Abya Yala?
Referências e consultas
- Statistics Canada / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Japão
Fora do recorte gondwânico principal, entra para ampliar a leitura global da Copa pela Ásia.
O arquipélago tem ocupação muito antiga, com culturas Jomon e Yayoi entre as bases históricas.
Povo Yamato, Ainu, Ryukyuan/Okinawano e outras comunidades históricas.
O Japão moderno foi consolidado com a Restauração Meiji, em 1868, quando o país acelerou industrialização e centralização estatal. A história também inclui povos Ainu e Ryukyuan, império, guerras, derrota em 1945, reconstrução e cultura tecnológica contemporânea.
A escravidão não é o eixo principal da ficha; a história envolve hierarquias sociais, imperialismo, trabalho forçado e memória de guerra.
Mangá, cinema, tecnologia, literatura, xintoísmo, budismo, culinária, artes marciais, design, beisebol e futebol técnico.
Participações antes de 2026: 7. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
O Japão fica no encontro de placas tectônicas, por isso tem terremotos, vulcões, tsunamis e montanhas.
É uma das seleções asiáticas mais constantes em Copas recentes.
A comunidade nipo-brasileira é uma diáspora japonesa de grande relevância histórica, criando pontes de migração, comida, agricultura, família e futebol.
Como o Japão ajuda a pensar tradição, memória, tecnologia, cultura pop e trabalho coletivo?
Referências e consultas
- Statistics Bureau of Japan
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Irã
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela força histórica e cultural da Ásia Ocidental.
O planalto iraniano tem ocupação humana antiga e foi centro de impérios, rotas comerciais e cidades históricas.
Persas, azeris, curdos, lures, balúchis, árabes, turcomanos e outros povos.
O Irã tem história estatal antiga, ligada à Pérsia e a impérios de grande influência. O século XX trouxe monarquia, interferência estrangeira, petróleo, revolução de 1979 e disputas sobre religião, Estado, mulheres, juventude e liberdade.
Práticas de escravidão e servidão foram encerradas em processos graduais; o foco da ficha é formação estatal, petróleo, império e sociedade contemporânea.
Poesia persa, tapetes, cinema, arquitetura, Nowruz, ciência histórica, culinária, música e futebol muito popular.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O Irã está em zona de colisão entre placas, com montanhas, terremotos, desertos e grandes reservas de petróleo e gás.
Nowruz, o ano novo persa, é celebrado por milhões de pessoas em vários países.
A conexão passa por diplomacia, comércio, cultura persa, energia e futebol como linguagem popular.
Como o futebol iraniano carrega poesia, política, juventude e identidade nacional?
Referências e consultas
- Statistical Centre of Iran
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Coreia do Sul
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela presença asiática e pela história de divisão da península coreana.
A península coreana tem ocupação antiga e longa história de reinos, cidades, agricultura e cultura escrita.
Povo coreano, com história de reinos antigos, línguas e culturas próprias.
A Coreia foi colonizada pelo Japão entre 1910 e 1945. Depois da Segunda Guerra, a península foi dividida, e a Guerra da Coreia marcou profundamente o país. A Coreia do Sul se transformou em potência industrial, cultural e tecnológica, com memória de autoritarismo, protestos democráticos e trabalho coletivo.
A escravidão não é o eixo principal; a história inclui sistemas de servidão antigos, colonização japonesa, guerra e industrialização acelerada.
Hangul, K-pop, cinema, tecnologia, taekwondo, culinária, literatura, memória democrática e futebol veloz.
Participações antes de 2026: 11. Títulos: 0. Melhor campanha: 4º lugar em 2002.
A Coreia do Sul fica em península montanhosa, com costas, ilhas e rochas antigas do leste asiático.
Chegou à semifinal da Copa de 2002, quando foi coanfitriã.
Brasil e Coreia do Sul se conectam por tecnologia, cultura pop, comércio, educação e futebol.
Como uma seleção pode carregar colonização, divisão, tecnologia e cultura pop global?
Referências e consultas
- Statistics Korea
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
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Uzbequistão
Fora do recorte gondwânico principal, entra como estreia da Ásia Central na Copa.
A Ásia Central tem ocupação antiga e cidades ligadas às rotas da seda, como Samarcanda e Bukhara.
Uzbeques, tajiques, cazaques, caracalpaques, russos e outras comunidades.
O território fez parte de rotas da seda, impérios islâmicos, cidades como Samarcanda e Bukhara, Império Russo e União Soviética. A independência veio em 1991, com o fim da URSS. A formação atual mistura memória turco-persa, islamismo, vida rural, cidades antigas e Estado pós-soviético.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca rotas comerciais, impérios, colonialismo russo-soviético e independência recente.
Samarcanda, Bukhara, azulejos, música maqom, algodão, culinária, ciência medieval islâmica e futebol de estreia.
Participações antes de 2026: 0. Títulos: 0. Melhor campanha: primeira participação em 2026.
O país é continental, com desertos, montanhas próximas, bacias interiores e desafios ligados ao Mar de Aral.
Estreia em uma Copa do Mundo.
A conexão é mais recente e passa por diplomacia, comércio, esporte e curiosidade mútua entre Sul Global e Ásia Central.
O que muda quando a Copa abre espaço para a Ásia Central contar suas cidades, línguas e memórias?
Referências e consultas
- Statistics Agency under the President of Uzbekistan
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
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Cabo Verde
Arquipélago africano atlântico, fora do bloco continental principal, mas conectado à história do Atlântico e da diáspora.
Não há consenso sobre povoamento permanente anterior à colonização portuguêsa no século XV; a formação histórica conhecida se consolidou no Atlântico colonial.
Povo cabo-verdiano formado por encontros africanos, europeus e atlânticos; não há consenso sobre povoamento permanente anterior à colonização portuguêsa.
As ilhas foram colonizadas por Portugal a partir do século XV e viraram ponto estratégico do Atlântico, incluindo tráfico de pessoas escravizadas. A independência veio em 1975, ligada à luta anticolonial compartilhada com a Guiné-Bissau. A formação cabo-verdiana combina crioulidade, diáspora, seca, migração e música.
A escravidão marcou a colonização das ilhas e foi encerrada no século XIX dentro do império português.
Morna, coladeira, Cesária Évora, crioulo cabo-verdiano, diáspora e morabeza: o acolhimento, a hospitalidade e o jeito cabo-verdiano de estar junto.
Participações antes de 2026: 0. Títulos: 0. Melhor campanha: primeira participação em 2026.
Cabo Verde é arquipélago vulcânico no Atlântico, com ilhas formadas por atividade geológica oceânica.
Estreia em uma Copa do Mundo.
Brasil e Cabo Verde compartilham língua portuguêsa, Atlântico, música, migração, futebol e laços afro-diaspóricos.
Como Cabo Verde transforma diáspora, música, crioulo e memória atlântica em pertencimento?
Referências e consultas
- INE Cabo Verde
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
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Inglaterra
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela história do futebol moderno e pelo peso colonial britânico.
O território da Inglaterra tem ocupação humana pré-histórica, com monumentos como Stonehenge e camadas celtas, romanas, anglo-saxãs e normandas.
Camadas celtas, romanas, anglo-saxãs e normandas, junto a comunidades negras, asiáticas, caribenhas, europeias e migrantes, formam a sociedade inglêsa contemporânea.
A Inglaterra se formou como reino medieval e hoje é uma nação constitutiva do Reino Unido, com seleção própria na FIFA. Sua história moderna inclui industrialização, colonização, escravidão atlântica, migração pós-colonial, conflitos de classe e instituições do futebol moderno.
O tráfico britânico foi abolido em 1807 e a escravidão no Império Britânico em 1834, depois de lutas de pessoas escravizadas e movimentos abolicionistas.
Futebol de clubes, literatura, música, teatro, culturas migrantes, universidades, indústria e debates sobre memória imperial.
Participações antes de 2026: 16. Títulos: 1. Melhor campanha: campeão.
A Inglaterra tem bacias sedimentares, costas, colinas antigas e registros geológicos importantes para a história da ciência.
A Inglaterra codificou regras modernas do futebol no século XIX e compete na FIFA com seleção própria.
Brasil e Inglaterra se encontram no futebol, na música, na língua global, em relações comerciais e no debate sobre colonialismo e migrações.
Como uma seleção de uma nação constitutiva do Reino Unido ajuda a pensar futebol moderno, classe, migração e memória imperial?
Referências e consultas
- Office for National Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
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França
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela força futebolística e pela história colonial que atravessa sua seleção.
O território tem ocupação humana antiga, com arte paleolítica como Lascaux e muitas camadas pré-históricas.
Franceses, bretões, corsos, bascos, occitanos e muitas comunidades vindas de África, Caribe, Ásia e Magrebe.
A França moderna nasce de monarquia, Revolução Francesa, república, império e colonialismo. Sua seleção expressa uma sociedade marcada por imigração, periferias urbanas, debates sobre laicidade, racismo, memória colonial e direitos sociais.
A escravidão nas colônias francêsas foi abolida definitivamente em 1848, após reviravoltas e resistências de pessoas escravizadas, como no Haiti.
Literatura, cinema, filosofia, culinária, rap, periferias, arte, ciência, revoluções políticas e futebol multicultural.
Participações antes de 2026: 16. Títulos: 2. Melhor campanha: campeão.
A França combina Alpes, Pireneus, bacias sedimentares, Maciço Central vulcânico e costas atlântica e mediterrânea.
Sua seleção recente mostra forte presença de famílias de origem africana, caribenha e migrante.
Brasil e França se conectam pela Guiana Francesa, Amazônia, ciência, cultura, futebol e debates sobre colonialismo.
Como a seleção francêsa revela África, Caribe, Europa, periferia e república no mesmo uniforme?
Referências e consultas
- INSEE
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
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- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
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Espanha
Fora do recorte gondwânico principal, entra pelo elo histórico com Abya Yala e pela força do futebol europeu.
A Península Ibérica tem ocupação humana antiga, com sítios paleolíticos e presença de muitos povos mediterrâneos.
Castelhanos, catalães, bascos, galegos, andaluzes, ciganos e outras comunidades.
A Espanha moderna se formou com reinos ibéricos, expulsões religiosas, império colonial nas Américas, ditadura franquista e democracia recente. Sua história está diretamente ligada à colonização de muitos territórios de Abya Yala.
A escravidão em territórios espanhóis foi abolida em etapas, com Cuba mantendo escravidão até 1886.
Línguas regionais, flamenco, literatura, cinema, arquitetura, futebol de posse, memória republicana e debates sobre plurinacionalidade.
Participações antes de 2026: 16. Títulos: 1. Melhor campanha: campeão.
A Espanha tem planaltos, Pirineus, sistemas montanhosos, bacias sedimentares e ilhas vulcânicas como as Canárias.
Sua história colonial está diretamente ligada a muitos países de Abya Yala.
Brasil dialoga com a Espanha pela Ibero-América, migração, universidades, cultura, futebol e história colonial comparada.
Como falar da Espanha na Copa sem esquecer sua relação colonial com Abya Yala?
Referências e consultas
- INE España
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
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Alemanha
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela história política europeia e pela tradição futebolística.
A Europa Central tem ocupação humana muito antiga; o território alemão guarda sítios pré-históricos e camadas germânicas, romanas e eslavas.
Comunidades germânicas, eslavas, judaicas, turcas, curdas e muitos grupos migrantes compõem a sociedade.
A unificação alemã ocorreu em 1871. Depois vieram império, colonialismo, nazismo, Holocausto, divisão em duas Alemanhas e reunificação em 1990. A formação contemporânea exige memória crítica, democracia, migração e responsabilidade histórica.
A escravidão colonial alemã não teve a mesma escala de outros impérios europeus, mas o colonialismo alemão produziu violência extrema, como no genocídio contra Herero e Nama.
Filosofia, ciência, música, indústria, memória do Holocausto, cultura turco-alemã, futebol organizado e debates sobre democracia.
Participações antes de 2026: 20. Títulos: 4. Melhor campanha: campeão.
A Alemanha combina planícies do norte, maciços antigos, bacias sedimentares, Alpes ao sul e rios importantes.
É uma das seleções mais vencedoras da história das Copas.
Brasil e Alemanha têm laços de migração, ciência, indústria, futebol e memória histórica.
Como uma camisa vencedora também pode carregar memória histórica, responsabilidade e reconstrução democrática?
Referências e consultas
- Destatis - Statistisches Bundesamt
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Portugal
Fora do recorte gondwânico principal, mas ligado ao Brasil, à África e ao Atlântico pela história colonial portuguêsa.
O território tem ocupação antiga, com presença paleolítica, povos pré-romanos, romanos, visigodos e islâmicos.
Portugueses, mirandeses, comunidades afrodescendentes, brasileiras, cabo-verdianas, angolanas, guineenses e outras.
Portugal se formou como reino no século XII e depois criou um império atlântico e marítimo. A história moderna inclui colonização, tráfico de pessoas escravizadas, ditadura salazarista, Revolução dos Cravos e forte relação com países de língua portuguêsa.
Portugal aboliu o tráfico e a escravidão em etapas no século XIX, mas sua economia imperial foi profundamente ligada à escravidão atlântica.
Língua portuguêsa, fado, literatura, navegação, azulejos, culturas lusófonas, migração e futebol de grandes craques.
Participações antes de 2026: 8. Títulos: 0. Melhor campanha: terceiro lugar em 1966.
Portugal está na margem atlântica da Península Ibérica, com serras, bacias e atividade sísmica relevante nos Açores.
É o país europeu que colonizou o Brasil.
A conexão é direta: língua, colonização, migrações, literatura, música, comida, conflito histórico e futebol.
Como Portugal aparece na Copa junto com Brasil, África, língua, colonização e diáspora?
Referências e consultas
- INE Portugal
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Países Baixos
Fora do recorte gondwânico principal, entra por futebol, mar, comércio e colonialismo.
A região do delta do Reno e do Mosa tem ocupação antiga e longa história de convivência com as águas.
Neerlandeses, frísios, comunidades surinamesas, caribenhas, indonésias, turcas, marroquinas e outras.
Os Países Baixos se consolidaram como república mercantil e potência marítima. A história inclui comércio global, colonização, escravidão, luta contra o mar, ocupação nazista e uma sociedade atual marcada por migração e debates sobre memória colonial.
A escravidão nas colônias neerlandesas foi abolida em 1863, com efeitos tardios para pessoas escravizadas no Caribe e no Suriname.
Futebol total, pintura, engenharia das águas, bicicletas, design, culturas caribenhas e surinamesas, comércio e memória colonial.
Participações antes de 2026: 11. Títulos: 0. Melhor campanha: vice-campeão.
Grande parte do país é delta baixo, com terras ganhas do mar, diques e engenharia hidráulica.
Ficou conhecido pelo futebol total e por três vice-campeonatos mundiais.
Brasil e Países Baixos têm história no Nordeste colonial, comércio, futebol e conexões com Caribe e Suriname.
Como o futebol dos Países Baixos se conecta a mar, colonialismo, Caribe, Suriname e criatividade coletiva?
Referências e consultas
- Statistics Netherlands - CBS
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Bélgica
Seleção forte, Europa multilíngue e memória colonial belga em debate.
O território belga tem ocupação antiga e fica em zona histórica de passagem entre povos europeus.
Flamengos, valões, germanófonos e comunidades migrantes africanas, árabes, turcas e europeias.
A Bélgica se tornou independente em 1830. O país reúne regiões linguísticas diferentes e também carrega uma história colonial brutal no Congo. A seleção recente expressa diversidade migrante e tensões de identidade nacional.
A Bélgica não pode ser lida sem o Estado Livre do Congo e a violência colonial extrema sob Leopoldo II e depois o colonialismo belga.
Quadrinhos, chocolate, música, surrealismo, cidades históricas, culturas flamenga e valã, diáspora congolesa e futebol de geração talentosa.
Participações antes de 2026: 14. Títulos: 0. Melhor campanha: terceiro lugar.
A Bélgica combina planícies, vales, Ardenas e bacias industriais antigas.
Tem três línguas oficiais e fortes divisões regionais.
A conexão passa por diplomacia, comércio, cultura, futebol e pela necessidade de lembrar o colonialismo no Congo.
Como uma seleção diversa pode abrir conversa sobre Congo, Europa e memória colonial?
Referências e consultas
- Statbel
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Croácia
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela força futebolística de um país pequeno e pela história balcânica.
A região adriática tem ocupação antiga, com ilírios, romanos, eslavos e muitas camadas mediterrâneas.
Croatas, sérvios, bósnios, italianos, húngaros e outras comunidades históricas.
A Croácia fez parte de impérios, da Iugoslávia e declarou independência em 1991, em meio a guerra e dissolução iugoslava. A formação nacional recente combina memória de conflito, litoral adriático, diáspora e reconstrução.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca impérios, guerra, nacionalismo, diáspora e memória balcânica.
Costa do Adriático, klapa, literatura, arquitetura, diáspora, futebol técnico e memória da Iugoslávia.
Participações antes de 2026: 6. Títulos: 0. Melhor campanha: vice-campeão.
A Croácia tem litoral cárstico, ilhas, montanhas dináricas e costa adriática.
Foi vice-campeã mundial em 2018.
A conexão passa por migração croata, esporte, turismo, futebol e memória de comunidades europeias no Brasil.
Como a Croácia ajuda a pensar guerra recente, diáspora, memória e reconstrução pelo esporte?
Referências e consultas
- Croatian Bureau of Statistics
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Suíça
Fora do recorte gondwânico principal, entra como país alpino, multilíngue e futebolisticamente estável.
Os Alpes e planaltos suíços têm ocupação antiga, com povos alpinos, romanos e comunidades medievais.
Comunidades alemãs, francêsas, italianas, romanches e muitas populações migrantes.
A Suíça se consolidou como confederação de cantões, com neutralidade, federalismo e várias línguas oficiais. A história contemporânea inclui bancos, indústria, democracia direta, migração e debates sobre riqueza global.
A escravidão não ocorreu como sistema interno central, mas elites e capitais suíços tiveram vínculos com economias coloniais e escravistas.
Alpes, relógios, ciência, democracia direta, línguas oficiais, chocolate, migração balcânica e africana, e futebol disciplinado.
Participações antes de 2026: 12. Títulos: 0. Melhor campanha: quartas de final.
A Suíça é marcada pelos Alpes, glaciares, vales e rios que nascem no coração da Europa.
Tem quatro línguas nacionais.
Brasil e Suíça se conectam por diplomacia, ciência, comércio, migração e encontros frequentes em Copas.
Como uma seleção suíça pode contar multilinguismo, migração e neutralidade sem apagar contradições?
Referências e consultas
- Swiss Federal Statistical Office
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Áustria
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela Europa Central e pela memória do antigo império austro-húngaro.
A região alpina tem ocupação humana antiga, com presença celta, romana e germânica.
Austríacos, eslovenos, croatas, húngaros, tchecos, comunidades turcas, balcânicas e outras.
A Áustria foi centro do Império Habsburgo e depois parte da reorganização europeia após a Primeira Guerra. O século XX inclui anexação nazista, reconstrução, neutralidade e imigração. O país reúne memória imperial, montanhas, música e política europeia.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca império, nacionalismo europeu, nazismo, neutralidade e migração.
Música clássica, Alpes, Viena, psicanálise, cafés, arquitetura, esportes de inverno e futebol centro-europeu.
Participações antes de 2026: 7. Títulos: 0. Melhor campanha: terceiro lugar.
A Áustria é marcada pelos Alpes, vales, bacias e rios como o Danúbio.
Foi terceira colocada na Copa de 1954.
Brasil e Áustria se conectam por música, ciência, migração, diplomacia e futebol.
Como a Áustria pode abrir conversa sobre memória imperial, Europa Central, cultura e responsabilidade histórica?
Referências e consultas
- Statistics Austria
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Escócia
Fora do recorte gondwânico principal, entra como nação britânica com identidade futebolística própria.
O território da Escócia tem ocupação pré-histórica, com sítios neolíticos, povos pictos, gaélicos e outras camadas antigas.
Gaélicos, pictos, britônicos, escoceses das Terras Altas e Baixas, comunidades asiáticas, caribenhas, europeias, migrantes e diáspora.
A Escócia foi reino independente e se uniu politicamente à Inglaterra em 1707, formando a Grã-Bretanha. Hoje é uma nação constitutiva do Reino Unido, com seleção própria na FIFA. Sua história inclui clãs, deslocamentos das Highlands, industrialização, império britânico, lutas sociais e debates atuais sobre autonomia.
Como parte do Império Britânico, a Escócia teve elites ligadas ao comércio atlântico e à escravidão, mesmo após narrativas de liberdade nacional.
Gaélico, gaita de fole, literatura, indústria, diáspora, futebol antigo, torcidas populares e debates sobre identidade.
Participações antes de 2026: 8. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
Tem Highlands, ilhas, rochas muito antigas, vales glaciais e costas atlânticas.
A Escócia é uma das casas históricas do futebol moderno e compete na FIFA com seleção própria.
Brasil e Escócia se conectam por futebol, migração, educação, música e relações culturais dentro do universo britânico.
Como uma seleção de uma nação constitutiva do Reino Unido expressa identidade, língua, autonomia e memória popular?
Referências e consultas
- National Records of Scotland
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Noruega
Norte europeu, petróleo, Estado social e futebol contemporâneo.
A Noruega tem ocupação pós-glacial antiga, com comunidades costeiras, pescadoras e depois sociedades vikings.
Noruegueses, povo Sami e comunidades migrantes.
A Noruega se separou da Suécia em 1905 e construiu um Estado nacional associado a pesca, navegação, petróleo, democracia social e direitos. A história também inclui o povo Sami, políticas de assimilação e lutas por reconhecimento.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca povos Sami, Estado social, petróleo e responsabilidade ambiental.
Fiordes, literatura, música, povo Sami, esportes de inverno, petróleo, Estado social e futebol de nova geração.
Participações antes de 2026: 3. Títulos: 0. Melhor campanha: oitavas de final.
Fiordes, montanhas, glaciares e plataforma continental com petróleo marcam a geografia norueguesa.
Tem forte debate sobre petróleo, clima e Estado social.
Brasil e Noruega dialogam sobre Amazônia, clima, energia, direitos indígenas e cooperação internacional.
Como um país rico em petróleo pode falar de clima, povos Sami e futebol global?
Referências e consultas
- Statistics Norway
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Bósnia e Herzegovina
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela história balcânica, multirreligiosa e pós-guerra.
A região balcânica tem ocupação antiga, com ilírios, romanos, eslavos, otomanos e muitas comunidades religiosas.
Bosníacos, sérvios, croatas, judeus sefarditas, roma e outras comunidades religiosas, linguísticas e nacionais.
A Bósnia e Herzegovina fez parte de impérios otomano e austro-húngaro, depois da Iugoslávia. A independência em 1992 foi seguida por guerra, cerco, limpeza étnica e genocídio em Srebrenica. A formação atual exige falar de convivência, trauma, memória e reconstrução.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca impérios, guerra, genocídio, deslocamento e reconstrução social.
Sarajevo, sevdalinka, pontes, cafés, islamismo europeu, cristianismos, memória judaica sefardita, literatura e futebol de diáspora.
Participações antes de 2026: 1. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O país tem montanhas dináricas, rios, vales e paisagens balcânicas de relevo forte.
Sarajevo é símbolo de encontro cultural e também de guerra e cerco.
A conexão passa por migração, solidariedade, futebol, memória de guerra e diálogo multicultural.
Como uma seleção pode carregar convivência, guerra, luto, diáspora e desejo de futuro?
Referências e consultas
- Agency for Statistics of Bosnia and Herzegovina
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Suécia
Fora do recorte gondwânico principal, entra como país nórdico de forte tradição social e futebolística.
A Suécia tem ocupação pós-glacial, sociedades nórdicas antigas e presença Sami no norte.
Suecos, povo Sami, tornedalianos, finlandeses suecos, roma e comunidades migrantes.
A Suécia se formou como reino nórdico, teve período imperial no Báltico e depois construiu imagem de Estado social. A história também inclui povo Sami, políticas de assimilação, migração, indústria e debates atuais sobre igualdade e pertencimento.
A Suécia teve participação menor, mas real, em circuitos coloniais e escravistas no Caribe; aboliu a escravidão em Saint Barthélemy em 1847.
Estado social, design, música pop, literatura infantil, povo Sami, indústria, futebol feminino e masculino, e cultura de clubes.
Participações antes de 2026: 12. Títulos: 0. Melhor campanha: vice-campeão.
Tem escudo báltico antigo, florestas, lagos, arquipélagos e regiões árticas.
Foi vice-campeã mundial em 1958, jogando em casa.
Brasil e Suécia têm conexões por indústria, música, diplomacia, futebol e debates sobre igualdade.
Como a Suécia ajuda a discutir Estado social, povo Sami, igualdade e cultura popular?
Referências e consultas
- Statistics Sweden
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Turquia
Fora do recorte gondwânico principal, entra como ponte entre Anatólia, Europa, Ásia e Mediterrâneo.
A Anatólia tem ocupação humana antiquíssima, com sítios como Göbekli Tepe e muitas civilizações antigas.
Turcos, curdos, armênios, gregos, árabes, laz, circassianos, alevitas e outras comunidades históricas e contemporâneas.
A República da Turquia foi fundada em 1923, após o fim do Império Otomano e uma guerra de independência. A formação moderna envolve secularismo, religião, nacionalismo, minorias, diáspora europeia e disputas sobre memória histórica.
A escravidão otomana e formas servis foram restringidas e encerradas gradualmente entre reformas imperiais, pressões internacionais e a transição para a república, sem reduzir o tema a uma data única.
Istambul, Anatólia, culinária, música, cinema, caligrafia, futebol de torcidas intensas e diáspora turca na Europa.
Participações antes de 2026: 2. Títulos: 0. Melhor campanha: terceiro lugar.
A Turquia fica em zona tectônica ativa, com falhas, terremotos, montanhas, mares e planaltos.
Faz ponte física e cultural entre Europa e Ásia.
Brasil e Turquia se conectam por comércio, diplomacia, migração, futebol e circulação cultural entre Sul Global e Eurásia.
Como a Turquia ajuda a pensar fronteiras entre Europa e Ásia, império, república, minorias e diáspora?
Referências e consultas
- Turkish Statistical Institute
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Tchéquia
Fora do recorte gondwânico principal, entra pela história centro-europeia e pela tradição tcheca no futebol.
Boêmia e Morávia têm ocupação antiga, com povos celtas, germânicos, eslavos e muitas camadas centro-europeias.
Tchecos, morávios, silesianos, eslovacos, roma e comunidades migrantes.
A Tchéquia tem raízes na Boêmia e Morávia, passou pelo Império Habsburgo, pela Tchecoslováquia, ocupação nazista, socialismo estatal e Revolução de Veludo. O Estado atual nasceu em 1993, com a separação pacífica da Eslováquia.
A escravidão não é eixo central; a ficha destaca impérios, ocupação, socialismo, democracia e memória centro-europeia.
Praga, literatura, música, vidro, cerveja, teatro político, Revolução de Veludo e futebol de tradição técnica.
Participações antes de 2026: 1 como Tchéquia. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos como Tchéquia. Nota histórica: a Tchecoslováquia foi vice-campeã duas vezes.
Tem maciços antigos, bacias, rios e regiões montanhosas no coração da Europa Central.
A Revolução de Veludo de 1989 marcou a transição democrática sem guerra aberta.
Brasil e Tchéquia se conectam por cultura, ciência, comércio, futebol e memória de migração europeia.
Como a Tchéquia ajuda a lembrar Boêmia, Tchecoslováquia, revolução democrática e memória centro-europeia?
Referências e consultas
- Czech Statistical Office
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Panamá
Fora do recorte gondwânico principal, mas parte de Abya Yala e ponte geográfica entre Américas.
O istmo tem ocupação humana antiga e foi ponte de circulação de povos, plantas, animais e culturas entre Américas.
Povos Guna, Ngäbe, Buglé, Emberá, Wounaan, Naso, Bribri e comunidades afro-panamenhas.
O Panamá se separou da Colômbia em 1903, em contexto ligado aos interesses dos Estados Unidos e à construção do Canal. A formação nacional inclui povos indígenas, população afro-caribenha, trabalhadores migrantes, zona do canal, soberania e identidade de ponte continental.
A escravidão colonial e o trabalho forçado marcaram o istmo; a história afro-panamenha também passa por migrações caribenhas para obras e ferrovias.
Canal do Panamá, congo panamenho, música urbana, culturas Guna, biodiversidade, Caribe, Pacífico e futebol em crescimento.
Participações antes de 2026: 1. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
O fechamento do istmo do Panamá mudou oceanos, clima, biodiversidade e a ligação terrestre entre Américas.
O Canal do Panamá permite discutir soberania, trabalho, comércio global e a posição do país como ponte viva entre Américas.
Brasil e Panamá se conectam pela América Latina, comércio, logística, cultura afro-caribenha e futebol.
Como o Panamá mostra que Abya Yala também é ponte, canal, Caribe, povos indígenas e diáspora africana?
Referências e consultas
- INEC Panamá / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Curaçao
Fora do recorte gondwânico principal, mas parte de Abya Yala no Caribe e estreia histórica na Copa.
Antes da colonização europeia, o Caribe tinha presença indígena arawak/caquetio e redes de navegação.
População afro-caribenha, comunidades de língua papiamentu, heranças indígenas caquetio/arawak, neerlandesas, latino-americanas e migrantes.
Curaçao foi colonizada pelos Países Baixos e virou ponto do comércio atlântico, incluindo escravidão. Hoje é país autônomo dentro do Reino dos Países Baixos e tem seleção própria na FIFA. Sua formação mistura Caribe, língua papiamentu, diáspora africana, colonialismo neerlandês e conexões latino-americanas.
A escravidão nas colônias neerlandesas foi abolida em 1863, depois de séculos de violência colonial.
Papiamentu, música caribenha, arquitetura de Willemstad, memória afro-caribenha, beisebol, futebol, carnaval e vida insular.
Participações antes de 2026: 0. Títulos: 0. Melhor campanha: primeira participação em 2026.
Curaçao é ilha caribenha com rochas vulcânicas e calcárias, recifes e paisagens áridas.
A estreia de Curaçao na Copa ajuda a mostrar que territórios caribenhos pequenos também carregam língua própria, memória colonial, autonomia e potência coletiva.
Brasil e Curaçao se conectam pelo Caribe, futebol, diáspora africana, língua papiamentu em diálogo com português e espanhol, e cultura atlântica.
Como Curaçao mostra que uma ilha caribenha pode carregar língua própria, memória colonial, autonomia política e potência esportiva?
Referências e consultas
- Central Bureau of Statistics Curaçao / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória

Haiti
Fora do recorte gondwânico principal, mas central para Abya Yala, Caribe e história mundial da liberdade negra.
O território era habitado por povos taínos antes da colonização europeia e da violência colonial.
Povo haitiano de maioria afrodescendente, com raízes africanas diversas e memória indígena taína no território.
O Haiti fez a primeira revolução negra vitoriosa do mundo moderno e declarou independência em 1804. Pessoas escravizadas derrotaram o sistema colonial francês e criaram um Estado negro livre, depois punido por dívidas, bloqueios, ocupações e interferências externas.
A revolução haitiana destruiu a escravidão colonial francêsa em Saint-Domingue e virou marco mundial de liberdade negra.
Kreyòl haitiano, vodu, pintura, rara, kompa, literatura, memória revolucionária, Caribe, diáspora e futebol resiliente.
Participações antes de 2026: 1. Títulos: 0. Melhor campanha: fase de grupos.
Haiti fica na ilha de Hispaniola, em zona tectônica ativa do Caribe, sujeita a terremotos e furacões.
O Haiti é central para qualquer educação decolonial: a Revolução Haitiana colocou a liberdade negra no centro da história mundial.
Brasil e Haiti se conectam por migração haitiana, solidariedade, futebol, Caribe, presença brasileira em missões internacionais e debates sobre reparação.
Como o Haiti muda a história do mundo quando a liberdade negra entra no centro da narrativa?
Referências e consultas
- Institut Haïtien de Statistique et d’Informatique / Banco Mundial
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória
Buscador e interações
Como circular o material
No carrossel digital, o público pode buscar por seleção, região, grupo, confederação, vínculo com Gondwana e Abya Yala. No PDF, essa lógica aparece como convite de uso: escolher uma entrada, comparar duas fichas e transformar a leitura em produção audiovisual.
Comece por país, região, grupo da Copa, confederação ou tema educativo.
Aproxime duas seleções e observe território, língua, formação nacional, povos e cultura viva.
Use o material como guia de conversa, recorte de aula, leitura coletiva ou ponto de partida para atividades.
Use a câmera do celular para criar cards, relatos, mini-documentários, podcasts ou murais.
Esta versão incorpora a Metodologia ABC nas referências gerais e no card A Bola Conecta.
Referências gerais
Fontes consolidadas
As fichas combinam institutos estatísticos nacionais, FIFA, Banco Mundial, UNESCO, Britannica e referências específicas de Gondwana, Abya Yala e Metodologia ABC.
Referências e consultas
- FIFA - seleções classificadas para a Copa 2026
- Centro Digital Gondwana de Geoprocessamento - UFRJ
- UFRJ - Gondwana, a Terra em movimento
- PALEOMAP Project - Christopher Scotese
- Britannica - Gondwana supercontinent
- USGS - This Dynamic Earth: perspectiva histórica
- IBGE Brasil
- IBGE - mapa-múndi com continentes em proporções reais
- Abiayala / Abya Yala - genealogias Gunadule e usos contemporâneos
- Aiban Wagua - En defensa de la vida y su armonía
- Takir Mamani - proposta de uso de Abya Yala em declarações indígenas
- Ailton Krenak - Ideias para adiar o fim do mundo
- Daniel Munduruku - obras e educação indígena
- Davi Kopenawa e Bruce Albert - A queda do céu
- Eliane Potiguara - Metade cara, metade máscara
- Célia Xakriabá - educação, território e protagonismo indígena
- Sônia Guajajara - movimento indígena e defesa dos territórios
- Rigoberta Menchú Tum - memória indígena, direitos humanos e Nobel da Paz
- Em Todo Lugar - Conheça o Gondwana FC, projeto que une o poder da bola e a magia da câmera
- Rede Kino - Projeto pedagógico Gondwana ABC - Audiovisual, Bola e Câmera
- O Regional - Dupla latina realiza atividade pedagógica ABC
- Gondwana FC - Documentário e ficha técnica
- IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
- Metodologia ABC - Audiovisual, Bola e Câmera (Gondwana FC - Time da Educação)
- Banco Mundial - população e alfabetização
- UNESCO Patrimônio Cultural Imaterial
- UNESCO Patrimônio Mundial
- Encyclopaedia Britannica - geografia, história e geologia introdutória
- INDEC - Instituto Nacional de Estadística y Censos
- INE Uruguay - Instituto Nacional de Estadística
- DANE - Departamento Administrativo Nacional de Estadística
- INEC Ecuador - Instituto Nacional de Estadística y Censos
- INE Paraguay - Instituto Nacional de Estadística
- Stats SA - Statistics South Africa
- Ghana Statistical Service
- ANSD - Agence Nationale de la Statistique et de la Démographie
- CAPMAS - Central Agency for Public Mobilization and Statistics
- HCP Maroc - Haut-Commissariat au Plan
- ONS Algérie - Office National des Statistiques
- INS Tunisie - Institut National de la Statistique
- INS Côte d’Ivoire - Institut National de la Statistique
- INS RDC - Institut National de la Statistique
- ABS - Australian Bureau of Statistics
- Stats NZ - Tatauranga Aotearoa
- GASTAT - General Authority for Statistics
- PSA Qatar - Planning and Statistics Authority
- DOS Jordan - Department of Statistics
- COSIT Iraq - Central Statistical Organization
- U.S. Census Bureau / Banco Mundial
- INEGI - Instituto Nacional de Estadística y Geografía / Banco Mundial
- Statistics Canada / Banco Mundial
- Statistics Bureau of Japan
- Statistical Centre of Iran
- Statistics Korea
- Statistics Agency under the President of Uzbekistan
- INE Cabo Verde
- Office for National Statistics
- INSEE
- INE España
- Destatis - Statistisches Bundesamt
- INE Portugal
- Statistics Netherlands - CBS
- Statbel
- Croatian Bureau of Statistics
- Swiss Federal Statistical Office
- Statistics Austria
- National Records of Scotland
- Statistics Norway
- Agency for Statistics of Bosnia and Herzegovina
- Statistics Sweden
- Turkish Statistical Institute
- Czech Statistical Office
- INEC Panamá / Banco Mundial
- Central Bureau of Statistics Curaçao / Banco Mundial
- Institut Haïtien de Statistique et d’Informatique / Banco Mundial
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